OpenSea admite que 80% dos NFTs grátis da plataforma são fraudes ou spam

O maior mercado deste tipo no mundo, a OpenSea enfrenta reações por conta de novas medidas para tentar evitar cópias, spam e plágios

OpenSea se diz a maior plataforma de NFTs do mundo. Não faz muito tempo que um dos executivos da empresa foi descoberto usando informações privilegiadas para lucrar com coleções de NFT antes que elas fossem entregues. Agora, os usuários do OpenSea com os recentes anúncios da empresa que impôs limites rígidos para a mineração grátis. 

“Cada decisão que tomamos, fazemos com nossos criadores em mente. Originalmente construímos nosso contrato de vitrine compartilhada para facilitar a bordo dos criadores no espaço”, afirmou o OpenSea no Twitter. “Nós não tomamos essa decisão de forma fácil. Fizemos a mudança para abordar o feedback que estávamos recebendo de toda a nossa comunidade.”

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Na OpenSea os usuários pagam uma taxa única para começar. A partir daí eles podem vender um número ilimitado de itens. A plataforma normalmente fica com 2,5% dos lucros quando o NFT é vendido. Contudo, na última quinta-feira, a OpenSea declarou que começaria a limitar o número de coleções que os usuários poderiam criar para 5, e o número de peças em cada coleção para 50. A reação foi imediata por parte dos usuários e a plataforma voltou atrás. Para completar, a plataforma declarou que  “mais de 80% dos itens criados com esta ferramenta eram obras plagiadas, fakes e spam”.

Segundo informações do site MoneyTimes, a OpenSea lançou, originalmente, essa ferramenta, chamada “lazy minting” (ou “emissão preguiçosa”, em tradução livre), em dezembro de 2020, para possibilitar que artistas lançassem NFTs sem a necessidade de pagar por custos antecipados.

No entanto, para combater o mau uso da emissão gratuita, em 27 de janeiro, a OpenSea introduziu uma nova regra que limita a emissão gratuita para somente cinco coleções de 50 NFTs cada. Importante destacar que os problemas com vazamentos de informações, venda de obras pirateadas e outros desafios se tornaram mais frequentes com essa nova tecnologia. Mas o mercado de venda de NFTs segue aquecido inclusive no Brasil

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