“Modo Contínuo”, em comemoração aos seus três anos de atividades

A mostra reúne obras inéditas e emblemáticas – em vídeo, pintura, escultura, fotografia, objeto, e instalação – das trajetórias dos artistas Claudio Tobinaga, Gabriela Noujaim, Isabela Sá Roriz, Jeane Terra, Jimson Vilela, Leandra Espírito Santo, Pedro Carneiro, PV Dias, Roberta Carvalho e Virgínia Di Lauro. 

Exposição “Modo Contínuo”

Simone Cadinelli Arte Contemporânea, Rio de Janeiro

De 23 de junho a 27 de agosto de 2021, sob agendamento prévio

De segunda a sexta, das 13h às 18h,

Protocolo anti-Covid

Entrada gratuita

Simone Cadinelli Arte Contemporânea inaugura no próximo dia 23 de junho de 2021 a exposição “Modo Contínuo”, em comemoração ao seu aniversário de três anos. A mostra apresenta uma seleção de 35 obras dos artistas Claudio Tobinaga, Gabriela Noujaim, Isabela Sá Roriz, Jeane Terra, Jimson Vilela, Leandra Espírito Santo, Pedro Carneiro, PV Dias, Roberta Carvalho e Virgínia Di Lauro, representados pela galeria.

A visitação é por agendamento prévio, pelos telefones+55 21 3496-6821 e +55 21 99842-1323 (WhatsApp). As obras, com suas informações específicas, poderão ser vistas também no site da galeria: https://www.simonecadinelli.com

“A galeria partiu do seu próprio conceito de apresentar jovens artistas brasileiros com pesquisas em arte contemporânea da melhor qualidade para dar nome a essa exposição. Esta ‘Modo Contínuo’ representa a renovação de linguagens e produção que esses artistas têm a oferecer ao público”, destaca Simone Cadinelli, diretora da galeria.

“Modo Contínuo” reúne obras recentes e inéditas como as pinturas em acrílica sobre papel “As botas de Joelma” (2021), e “Calypso” (2021), do paraense PV Dias(1994); os vídeos e GIFs “Ela disse que tem de ter peneira em casa – cessar” (2020, 8’21), “Decoração suspenso – 2” (2020, 2’07), “Fazer crescer os intervalos” (2020, 9”) e “Fundir-se” (2019, 18”), de Virgínia Di Lauro (1989), baiana radicada em Porto Alegre; a pintura em acrílica sobre tela “Máscaras efetivas contra governo ineficaz. Educação” (2020), de Pedro Carneiro (1988, Rio de Janeiro); e ainda duas pinturas em monotipia seca sobre pele de tinta de Jeane Terra (1975): “Horizonte Náufrago” (2020) e “À Deriva” (2020). 

Gabriela Noujaim – Livro Latino America 2020. Foto: Rafael Adorj+in

OBRAS EMBLEMÁTICAS

A exposição traz também trabalhos emblemáticos das trajetórias dos artistas, como as pinturas “Sacrifício” (2018), em óleo sobre tela, de Claudio Tobinaga (Rio de Janeiro, 1982); as em acrílica sobre tela e produzidas em 2020 – “Série ponto de vista (Space Invader), de 2020; “Respirar (Breathe) e “Chorar” – de Pedro Carneiro; e em acrílica sobre papel e outros materiais, “Desmembrar o texto, descascar, repovoá-lo” (2020) e “Sem Título” (2019), de Virgínia Di Lauro (Barra da Choça, Bahia, 1989, e radicada desde 2011 em Porto Alegre).

SERIGRAFIAS, FOTOGRAFIAS, VÍDEOS E OBJETOS

De Gabriela Noujaim (Rio de Janeiro, 1983) estarão as serigrafias “Raposa Serra Do Sol” (2019) e “Latinamerica” (2020).

Em papel e tecido são duas obras de Jimson Vilela (Rio de Janeiro, 1987, e radicado em São Paulo) ambas de 2015: “Infiltração I”e Infiltração II.

Além da fotografia “Lapso”(2017”, da série “Apagamento”, a exposição traz da artista Leandra Espírito Santo (Rio de Janeiro, 1983, e também radicada em São Paulo) objetos criados em 2019: “Série Natureza morta (salada de frutas)”, “Série Natureza morta (arroz e feijão)”, “Série Gestos (Ok)” e “Terceira Pessoa”, um letreiro com a frase “Só existo em terceira pessoa” em LED.

A carioca Isabela Sá Roriz (1982) mostra o objeto em elastômero “Sem Título”(2018).

A paraense Roberta Carvalho, que mora em São Paulo, está na exposição com as fotografias “Lúmen Essência I” (2013) e “Cinema Líquido 2” (2015).