Covid-19: a hora da transformação digital virou obrigação

Embora hoje digital, a fotografia sempre foi e será um negócio físico. Você pode perguntar: como assim? A resposta é simples. Pois o ato de fotografar e tudo o que é gerado a partir da fotografia depende do mundo real para existir. Eventos sociais, corporativos, sessões na casa do cliente ou no estúdio. Ou vai ser via fotógrafo ou pode passar pela loja de foto, laboratório ou empresa de foto de formatura. Inegável é que tudo depende de pessoas para gerar cliques e memórias. Como se adaptar com essa nova realidade? em que as pessoas pararam (ou vão parar) de fazer todo tipo de atividade social, viagens, etc?  Com as medidas do governo e o avanço do coronavírus as restrições de circulação se tornam impeditivas para a continuidade do ramo. O caminho sem volta é a transformação digital genuína que inúmeros negócios evitavam até então. Agora pode ser questão de sobrevivência. Resumindo: buscar estratégias de coisas latentes que podem gerar negócios. E isso depende, dadas as condições atuais, depende diretamente do mundo digital.

Um panorama para cada segmento faz-se necessário:

Lojas de foto e estúdios – aqueles que dependem de seus pontos físicos terão que mudar a rotina. No caso das lojas de foto a alternativa seja a impressão online. Como assim? Em algum momento esses negócios físicos terão que se digitalizar buscando o atendimento mais virtual. Em algumas regiões o comércio será fechado. Mas em algum momento irá retornar. Seja como for é a oportunidade para a loja de foto mergulhar de vez no serviço de imprimir fotos pela internet. De usar o WhatsApp e outros canais digitais para servir aos clientes. A oportunidade é real e a partir de agora os clientes estarão mais disponíveis para isso. Como você pode mudar seu negócio para esses novos tempos? Exemplo: os consumidores estão juntos em casa e tem muitas memórias abandonas em HDs, smartphones e na nuvem. Como eles podem transformar isso em produtos como álbuns e afins?

Para o estúdio não é diferente. Considerando inclusive a possibilidade de passar a imprimir também e entregar na casa dos clientes. Coisa aliás que muitos estúdios fazem no Brasil todo. É isso e também focar mais em fotografar na casa dos clientes. De novo, passado o cenário de reclusão, os donos dos estúdios e fotógrafo terão que aparecer com soluções de levar o negócio até o cliente. Pois esperar que ele venha até você talvez se torne muito complicado. Contudo, o que o online tem a ver com isso? Tudo. Pois a forma de se comunicar e de informar os consumidores será 100% via na palma da mão. Os clientes que já não estão ficarão muito mais online.

Desconectados. Pode parecer surpreendente falar disso para muitos do mercado. Gente que talvez esteja mais preparada e posicionada na internet pode nem saber, mas sim, muitos negócios de loja de foto e estúdios muitas vezes nem tem site ou presença consistente nas redes sociais. Estão defasados e vivendo da clientela recorrente só na base da visita presencial. Só que agora os consumidores não podem (ou não poderão sair). O que você pode fazer para aparecer e se relacionar e atender esses clientes? A alternativa do contato digital em tempo real é uma necessidade imediata.

Lá fora os negócios de fotografia dos mais variados apostam na venda via Instagram combinada com WhatsApp. O insta como vitrine e relacionamento e informação. O WhatsApp como canal de contato e venda. Uma tendência que avança de forma agressiva. E no Brasil os do