A fotografia de casamento paulistana respira renovação. O processo se iniciou com a renovação de estilo. do tradicional ao fotojornalismo, passou pela valorização profissional e agora se torna uma das áreas preferidas.
Quem atua há mais tempo tem curiosidade de conhecer quem são os novos
fotógrafos. FHOXSP convocou alguns deles para mostrar o currículo.
Acompanhem quem são.
texto: Regina Sinibaldi
![]() |
Carola Montoro 28 anos foto: Marcelo Célio |
Trocou a carreira de magistério e artes plásticas para se dedicar integralmente à fotografia em 2000. "Quando disse a meus pais, eles foram contra, mas agora estão orgulhosos das reportagens", conta. Carola passou alguns meses como assistente de Fabio Laub. "Um dia ele me disse: Você está pronta para voar sozinha", diz com orgulho de quem é tratada como pupila. Com estúdio no Jardim Guedala, Carola avalia o boca-a-boca das noivas e o apoio de Laub, as melhores ferramentas na divulgação de seu trabalho. Para casamentos, ela ainda prefere a câmera analógica. Seu laboratório preferido é o Golden Photo e os filmes consumidos são Superia 400.

foto: Carola Montoro
![]() |
João Sal 29 anos auto-retrato |
Pertence à primeira turma de formandos da Faculdade de Fotografia do Senac. É contratado da coluna Monica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, e acumula a fotografia de casamento. "Gosto de fotografar gente do jeito que está, mas é claro que tem de se fazer as fotos tradicionais", diz ele, enquanto se prepara para duas pautas de gastronomia. Costuma fazer as reportagens de casamento com câmera digital. Seu laboratório? Por enquanto não tem um preferido. Mesmo com uma agenda apertada, sem muito tempo para si, Sal demonstra contentamento e bom humor.

foto: João Sal
![]() |
Patrícia Garcia 29 anos auto-retrato |
É pós-graduada em fotografia pelo Senac desde 2005, com formação em turismo e propaganda. Começou na fotografia de casamento em 2002 e foi também assistente de Fabio Laub.
Já coleciona dois prêmios na área: da Fujifilm, em 2003, e o segundo lugar do "De Olho no Casamento", patrocinado pela Kodak e Noritsu, neste ano. Patricia não entende porque alguns colegas têm vergonha de se apresentar como fotógrafo de casamento. "Senti o preconceito na pós-graduação", comenta. Fotografa em câmera analógica com filmes Superia 400, 800 e Ilford. Para fotoacabamento, utiliza os laboratórios Golden Photo e Tangran.

Foto
de Patrícia Garcia foi segundo lugar do concurso
"De olho no Casamento" (Kodak)
![]() |
Murillo Medina 35 anos foto: Fábio Pazzini |
Pode ser considerado um acadêmico. Formado em artes plásticas pela Unicamp, Medina já freqüentou diversos cursos de extensão em fotografia. Desde 2003 atua na área de casamentos. Para ele, a melhor divulgação continua o boca-a-boca. "Anúncio é reforço de marca." Em suas reportagens já incorporou o recurso do slide show. Trabalha em casa e vive bem com a tecnologia na fotografia. "Primeira coisa que faço no dia é ligar o computador e a última é ver e-mail", diz. Fotografa em câmera digital. "É uma opção mais cara, mas oferece mais qualidade que o filme", compara. É cliente dos laboratórios Fotolab, Golden Photo e Instancolor.

foto: Murillo Medina
![]() |
Dani Pacces 35 anos auto-retrato |
Imagine alguém com uma bem-sucedida carreira de direito financeiro internacional. Pois é, Dani trocou-a para abraçar uma paixão antiga. "A alegria que tenho ao fotografar não se compara a uma conference call para finalizar uma operação. Quando preencho um cadastro faço questão de dizer que sou fotógrafa e não advogada. Claro que será difícil ter uma renda mensal como a que tinha", destaca.
Antes de partir para a carreira-solo em 2002, ela foi assistente de Fabio Laub. Ficou por lá 11 meses. Fotografa em analógica. Filme preferido: Superia 400. Laboratórios: Foto Mix e Golden Photo.

foto: Dani Pacces
![]() |
Gí Ssoares 29 anos auto-retrato |
O nome artístico de Gislene Soares transgride a gramática portuguesa. Ela se autoriza. Recém-formada em fotografia na pós-graduação pelo Senac, ela há muito freqüenta os altares. Sua primeira reportagem foi aos 13 anos ao lado dos pais, também fotógrafos. "Já era uma profissão, ganhava dinheiro. Meus pais, Rose e Elias, tinham estúdio e laboratório", diz ela. Hoje, Gí não tem estúdio.
Faz as reportagens em câmera digital ou analógica, conforme a preferência do cliente. Os filmes preferidos por ela são: Pro Image e Pro Value, 100 e 200. O laboratório é o Labortec.

foto: Gí Soares
Últimas notícias:
11.08.2010 - Especial Grandes Formatos
08.07.2010 - Casamento
29.05.2010 - Internacional
01.04.2010 - Internacional
11.02.2010 - Especial Rio Formaturas
05.01.2010 - Especial Porto Alegre
22.10.2009 - Especial Belo Horizonte
25.09.2009 - Vice-Versa
25.05.2009 - Dicas para estúdios em shoppings
05.01.2009 - Templates de verão!
| indique a um amigo | imprima já | adicione aos favoritos | |||
