ARTO: um verdadeiro Tinder de Arte

App conta com acervo de 15 mil obras disponíveis. Usuário escolhe peças com um toque de dedo e o sistema vai ficando cada vez mais inteligente na sugestão dos trabalhos artísticos

por Revista FHOX Publicado há 6 meses atrás | por Leo Saldanha

 

 

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A ideia da ferramenta é facilitar a vida do usuário. A regra do jogo: simplificar o processo de compra de arte on-line. Arto (iOS) foi lançado em outubro passado pelo holandês Jonie Oostveen (42), consultor especialista em dispositivos móveis. Mais do que um app, trata-se de um marketplace que recomenda obras para os usuários. Oostveen percebeu o potencial de mercado enquanto navegava em um confuso site com 5 mil obras. Após 20 minutos tentando encontrar algo ele percebeu que poderia criar uma proposta mais certeira. A área de busca não recomendava nada e ele não sabia o que procurar. Uma forma com enfoque na busca ágil, visual e na indicação artística.

ARTO+Galley+Slideshow+7 from ARTO Gallery on Vimeo.

A startup de Cingapura conta com 4 funcionários e recebeu aporte milionário de fundos de investimento. O lado atraente é a sugestão inteligente da ferramenta. Tudo funciona com um sistema inteligência artifical que aprende na medida em que é usado pelo interessado.  Arto colabora com eventos e feiras de arte (físicos). Uma espécie de parceria digital para promover essas iniciativas presenciais. Uma bela ideia. Dentro da ferramenta são mais de 15 mil obras de arte disponíveis. Arte de todas as partes do mundo, inclusive de museus e artistas independentes.

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Na primeira vez que usa o aplicativo, o usuário recebe indicações de obras. Desde fotografia até arte abstrata ou moderna. Se o usuário gosta da peça ele desliza a imagem para a direita. Não gostou: deslize para a esquerda. Parece um Tinder, só que de arte. Aliás, essa é uma afirmação do fundador da empresa. Ele disse para veículos internacionais, que esse é justamente o grande diferencial do aplicativo.

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Quanto mais o usuário usa, mais Arto aprende sobre o gosto do indivíduo e assim a recomendação vai melhorando.  Arto prevê ainda listas especiais personalizadas para cada pessoa. O interessado pode comprar direto via app ou entrar em contato com uma galeria ou artista. A ideia não é só promover a venda, mas sim estimular a divulgação da arte pelos artistas e museus. Prova disso é que a empresa já trabalha em colaboração com galerias, eventos e museus na divulgação de suas obras no ambiente móvel.

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Jonie Oostveen (em pé). O criador e dono do app

 

 

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